Um espaço de opiniões sobre a Educação, a Bíblia, a Ciência e tudo o que for relativamente relevante.
quinta-feira, dezembro 23, 2010
segunda-feira, dezembro 20, 2010
quarta-feira, outubro 20, 2010
Portugal e o seu orçamento
Portugal vive momentos difíceis. Para além da crise de valores, hoje conhece-se verdadeiramente a grave situação financeira em que nos encontramos e que vinha sendo ignorada ou camuflada.
Discute-se agora o orçamento de austeridade para o ano de 2011. Algumas observações desejo destacar sobre este processo:
1) Não percebo como a proposta de orçamento, de austeridade, pede autorização para aumentar a dívida externa em mais de 4% do PIB. Já estamos endividados em mais de 80% e ainda nos vamos endividar mais?? Faz lembrar-me aquelas famílias que estão tão endividadas que precisam pedir novos créditos para pagar as restantes dívidas. E depois admiram-se das taxas de juro da dívida pública nacional terem aumentado tanto!
2) A grande maioria das opiniões refere que este é um orçamento que irá trazer graves consequências ao nível do aumento do desemprego dado que irá provocar uma grande diminuição do consumo interno, fruto também da diminuição do poder de compra. É considerado pela maioria um mau orçamento mas devido à questão anterior, os "mercados externos" exigem que seja aprovado. Ter que aprovar à força um mau orçamento é semelhante a "estar enterrado até ao pescoço" e pedir para nos atirarem um saco de batatas em vez de uma corda!
3) Ainda não era conhecido o documento oficial do orçamento e já todos diziam que tinha de ser aprovado, ou dizendo que esta era a atitude mais responsável a tomar ou para não comprometer as futuras aspirações políticas da actual oposição. Vi com bons olhos a atitude daqueles que apenas mostraram a sua posição sobre o orçamento após o conhecerem e não antes. A questão é que a oposição irá herdar, mais cedo ou mais tarde, a condição em que o país se encontra e por isso, se puder fazer alguma coisa para diminuir o fardo que irá receber, creio que está a agir com responsabilidade, em vez de "lavar as suas mãos" e dizer que não tem nada a ver com a maior desgraça que poderá daí advir.
4) A palavra negociação significa ceder um pouco nas suas pretensões e esperar que o outro ceda também. Quando se negoceia a venda de uma casa, posso dizer: "Só vendo pelo valor X". Ora se surge alguém que está disposto a pagar X-Y e eu aceito, não quer dizer que não tenho palavra mas que simplesmente compreendi o significado de uma negociação e que estou disposto de entender a posição da outra parte. Acho que é isso que está a fazer o líder da oposição (PPC) mas que a maioria dos jornalistas e comentadores tendem a julgar, mesmo estando ele e defender os interesses de todos os portugueses.
É o que eu penso!
Discute-se agora o orçamento de austeridade para o ano de 2011. Algumas observações desejo destacar sobre este processo:
1) Não percebo como a proposta de orçamento, de austeridade, pede autorização para aumentar a dívida externa em mais de 4% do PIB. Já estamos endividados em mais de 80% e ainda nos vamos endividar mais?? Faz lembrar-me aquelas famílias que estão tão endividadas que precisam pedir novos créditos para pagar as restantes dívidas. E depois admiram-se das taxas de juro da dívida pública nacional terem aumentado tanto!
2) A grande maioria das opiniões refere que este é um orçamento que irá trazer graves consequências ao nível do aumento do desemprego dado que irá provocar uma grande diminuição do consumo interno, fruto também da diminuição do poder de compra. É considerado pela maioria um mau orçamento mas devido à questão anterior, os "mercados externos" exigem que seja aprovado. Ter que aprovar à força um mau orçamento é semelhante a "estar enterrado até ao pescoço" e pedir para nos atirarem um saco de batatas em vez de uma corda!
3) Ainda não era conhecido o documento oficial do orçamento e já todos diziam que tinha de ser aprovado, ou dizendo que esta era a atitude mais responsável a tomar ou para não comprometer as futuras aspirações políticas da actual oposição. Vi com bons olhos a atitude daqueles que apenas mostraram a sua posição sobre o orçamento após o conhecerem e não antes. A questão é que a oposição irá herdar, mais cedo ou mais tarde, a condição em que o país se encontra e por isso, se puder fazer alguma coisa para diminuir o fardo que irá receber, creio que está a agir com responsabilidade, em vez de "lavar as suas mãos" e dizer que não tem nada a ver com a maior desgraça que poderá daí advir.
4) A palavra negociação significa ceder um pouco nas suas pretensões e esperar que o outro ceda também. Quando se negoceia a venda de uma casa, posso dizer: "Só vendo pelo valor X". Ora se surge alguém que está disposto a pagar X-Y e eu aceito, não quer dizer que não tenho palavra mas que simplesmente compreendi o significado de uma negociação e que estou disposto de entender a posição da outra parte. Acho que é isso que está a fazer o líder da oposição (PPC) mas que a maioria dos jornalistas e comentadores tendem a julgar, mesmo estando ele e defender os interesses de todos os portugueses.
É o que eu penso!
quarta-feira, setembro 01, 2010
Recepção no aeroporto
Ontem chegámos a Lisboa. Na alfândega, logo que dou os passaportes ao guarda, diz-me ele quase parecendo que me ia prender: "O sr. Mota não sabe que no Espaço Schengen, as crianças de colo podem e devem entrar pela fila prioritária?" Nós até estivemos pouco tempo naquela fila e nem vimos a indicação para a fila prioritária por isso, gostaria que ao menos ele me tivesse dito: Bem vindo a Portugal!
quinta-feira, maio 13, 2010
O Levi já nasceu!
Como forma de agradecer a Deus, à família e amigos, ao hospital do SAMS, pelo dia de ontem (12 de Maio de 2010) ...
Levi, dia 1
Levi, dia 1
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